Passamos o findi em Atlantic City. Já estamos próximos a NY e aproveitamos pra passear pela cidade que mais parece uma mini Las Vegas. A cidade estava cheia. Muito mais do que quando a temperatura está alta, segundo meu irmão, que esteve aqui no último verão.
A cidade tem mar, costuma lotar nos finais de semana mesmo, mas apesar da praia, o quente aqui é o pôquer, os dados, a roleta, o 21, os caça-níqueis. São inúmeros os hotéis-casino à beira-mar. As luzes e a arquitetura imponente dos prédios já dá um ar de festa logo na entrada. Lê-se Trump Taj Mahal, Trump Plaza, Trump isso, Trump aquilo. As luzes enlouquecem os mais jovens, os de meia-idade, os da melhor idade também... Tudo muuuito luxuoso onde se pode perder centavos, dezenas, milhares e até milhões. De dólares.
Hoje sentei num caça-níquel. Apostei 1 centavo de dólar a cada jogada. Até que rolou um lance meio de consciência, sabe? Descobri que sou mesmo neta do Seo José de Castro:
"Vou ficar gastando meu dinheiro com jogo de azar não, moço".
E foi azar mesmo. De centavo em centavo, me agoniei tanto que tive que me levantar daquela maquininha. O Américo continuou brincando.
Melhor asssim. Azar no jogo. Sorte no amor.

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