O bom de contar a história é na hora que ela acontece. Pelo foi menos é assim que a gente aprende na escola de jornalismo. Vocës têm então, a primeira e exclusiva narraçao em tempo real do meu blog. Um furo que, literalmente, só não vai para a internet agora porque estou no meio de uma “infinita highway”, entre a Carolina do Norte e Washignton DC. Internet wireless? No way.
Eu e o Keko acabamos de nos livrar uma, no nosso primeiro dia de roteiro até Nova Iorque. Um caminhão, que passou pela nossa esquerda, em alta velocidade, fez a caminhonete balançar e acabamos tocando em um de seus eixos e tivemos um pneu completamente rasgado. A habilidade dele garantiu o controle do carro.
Agora estamos no encostamento. Parados. Chove lá fora e a temperatura é de cerca de 5 graus. O Keko tentou trocar o pneu, mas o carro está tão baixo que é impossível fazê-lo sem um profissional, porque o estepe fica debaixo do veículo.
Resolvemos então, apelar para a polícia rodoviária local. Temos um GPS no painel e acreditamos piamente que esta maravilha que nos ajudou a chegar até aqui também vai nos ajudar a sair daqui. Será?
Resolvemos então, apelar para a polícia rodoviária local. Temos um GPS no painel e acreditamos piamente que esta maravilha que nos ajudou a chegar até aqui também vai nos ajudar a sair daqui. Será?
O Américo já rasgou o seu inglês pelo celular com uma meia dúzia de policiais para explicar a posição exata do carro onde estamos com o pneu furado, mas nada. Estamos perdidos no meio do nada. Numa “infinita highway”.
God look for us.

2 comments:
Essa história só não vai virar série americana porque já fizeram LOST. Que saudade, que aperto no coração, te amo demais, pare de se aventurar menina e sai da chuva. Beijos, te amo.
eu fiquei preocupada, viu. ainda bem que deu certo!
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